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quinta-feira, 22 de novembro de 2012

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Corrida de rua

 
 

Veja como a corrida salvou a vida do executivo Paulo Salomão

22 de novembro de 2012 • 08h10

Paulo Salomão tem 51 anos, é diretor de vendas de uma empresa brasileira de cosméticos e há 10 anos começou a correr. Foto: arquivo pessoal/Terra
Paulo Salomão tem 51 anos, é diretor de vendas de uma empresa brasileira de cosméticos e há 10 anos começou a correr
Foto: arquivo pessoal/Terra
Aos 51 anos, Paulo Salomão é diretor de vendas de uma empresa brasileira de cosméticos e há 10 anos começou a correr. Quando jovem, ele conta que praticava esportes coletivos, mas devido às constantes viagens por causa do trabalho teve que deixar a atividade física de lado, até conhecer a corrida, por meio de um amigo. "Resolvi experimentar e me apaixonei. É ideal para mim, pois posso praticar em qualquer lugar, inclusive nas viagens", afirma Salomão. Dentre os benefícios que a prática lhe proporciona, ele menciona a melhora do condicionamento físico, a higiene mental, o combate ao estresse. "A corrida me ajuda a ficar de bem com a vida", salienta o executivo, que em setembro de 2011 passou por uma experiência na qual comprovou o quanto os anos de prática seriam benéficos para sua saúde.

Na ocasião, Paulo participava de uma corrida de 10 km, quando começou a sentir dores no peito por volta do km 3. Resolveu então fazer apenas 5 km, terminou a prova e foi à ambulância que atendia os corredores. O médico, porém, não identificou a causa da dor. Salomão voltou para casa e duas horas depois as dores retornaram ainda mais fortes. Foi então ao hospital, onde descobriram que ele estava sofrendo um segundo infarto (o primeiro havia acontecido durante a corrida). "Eles verificaram que eu estava com 80% de uma veia obstruída por conta de sangue coagulado, mas não identificaram a origem desse coágulo", comenta o executivo, dizendo que ficou apenas quatro dias internado.

Dois meses depois voltou a treinar, com volume e intensidade menores e acompanhamento médico. Paulo comenta que estava quase seguro para voltar a treinar mais forte quando em abril deste ano teve um novo infarto. "Por sorte, nessa ocasião, eu estava em casa, perto do hospital, e consegui chegar a tempo para ser atendido", ressalta. Dessa vez, a veia estava 100% obstruída, o que lhe custou três dias internados.

Em agosto deste ano voltou a correr esporadicamente, e em outubro retomou a regularidade dos treinos, tomando medicação (por conta do problema de coagulação) e acompanhado pelo médico. "Ele me disse que eu não posso parar de correr, pois foi o que me salvou. Se eu não tivesse o condicionamento da corrida, provavelmente o infarto teria sido fatal, principalmente no último", salienta. Ele explica que os anos de prática fortaleceram sua capacidade cardiovascular, de modo que durante os infartos as veias periféricas foram capazes de compensar a veia entupida bombeando sangue suficiente para manter o coração. "As sequelas foram mínimas por conta do meu condicionamento", acrescenta.

Hoje, Salomão confessa que ainda sente um pouco de medo, fica preocupado com qualquer sinal de dor no peito, mas está se recuperando devagar. "Estou me sentindo melhor, inclusive já corro sozinho", diz, afirmando ser um novo começo para ele. "Gosto muito de correr. É uma atividade que me dá muito prazer e agora também está me ajudando bastante nessa recuperação, a ganhar confiança novamente", salienta.

Para selar esse recomeço, ele participou da Maratona de Curitiba no último domingo (18/11), correndo apenas os últimos 8 km. "Foi minha primeira prova oficial após o último infarto", comenta, dizendo que contou com a companhia de um amigo, a quem em outra ocasião havia incentivado e ajudado a completar uma maratona. "Ele resolveu retribuir o apoio e disse que correria essa maratona por mim", disse, ressaltando que apesar do caráter individual, a corrida é um esporte que une as pessoas, capaz de proporcionar belos exemplos de cumplicidade como esse.

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quarta-feira, 21 de novembro de 2012

PRIORIZE SEU TREINO

NELSON FiTNESS PERSONAL TRAINER - Mais que um que um profissional , onde você procura saúde

993662013 nelson santos
Personal

A periodização do treinamento

A Periodização aplicada ao exercício físico na Marcial Fitness.

30/09/2012 14:11

Por: NELSON SANTOS
A idéia de periodização consiste em subdividir um período específico de treinamento (macrociclo) em períodos menores ou fases (mesociclos), com cada mesociclo sendo separado novamente em microciclos semanais.

O fracionamento do macrociclo em suas partes componentes tem por finalidade manipular a intensidade do treinamento, o volume, a freqüência, as séries, as repetições e os períodos de repouso (para prevenir o supertreinamento) e alterar a variedade das sessões de treino. Espera-se com isso uma redução de quaisquer efeitos negativos do treinamento e culminar em um desempenho máximo do indivíduo ao final do período do macrociclo.

Macrociclo



Representa a organização de todo o treinamento que será desenvolvido em um determinado período de tempo. A estruturação desse período de treinamento obedece a um plano de expectativas e, geralmente, encerra-se num ponto máximo de performance (peak) do indivíduo.

Dividi-se em fase de preparação, que abrange duas etapas: uma básica (ou de base) e outra específica (ou de especialização). Visando proporcionar um condicionamento da aptidão do individuo que permita-o alcançar “performances máximas” em etapas mais avançadas do treinamento; na fase básica trabalha-se com maior volume e menor intensidade, visando desenvolver a resistência aeróbica, a resistência muscular localizada, a resistência da força estática, a flexibilidade, etc.; já na fase específica diminui-se o volume e aumenta a intensidade, uma vez que o objetivo do treinamento é dar ênfase na resistência anaeróbia, na força dinâmica, estática e explosiva. Além também, de se proporcionar a manutenção dos ganhos, das qualidades físicas, obtidos na fase básica.

Período de transição, que é o final do macrociclo, e situa-se entre o período de competição e reinicio de um novo ciclo de treinamento (macrociclo). Sua função principal é promover uma recuperação total do individuo em função dos exigentes esforços a que foi submetido nas fases anteriores do treinamento.

Mesociclo



Um macrociclo é composto de vários mesociclos (no mínimo quatro). Um mesociclo é formado por vários microciclos – normalmente de três a seis (nelson, 1985).

Esse ciclo de treinamento encontra-se intimamente correlacionado aos princípios da sobrecarga e da interdependência volume-intensidade, com vistas a proporcionar a aplicação de cargas crescentes com respectiva recuperação, visando progressos na performance.

Microciclo



É o menor ciclo de treinamento. Normalmente possui a duração de sete dias, coincidindo com o período de uma semana.

Observamos nessa etapa a alternância de intensidade das cargas de treinamento. Dependendo da etapa do treinamento e da qualidade física desenvolvida essa composição de intensidades vai variar. O importante a destacar é que essa variação das cargas de trabalho é que vai proporcionar as adaptações fisiológicas que objetivamos naquele momento. A manutenção de cargas sempre fortes poderá levar a um estado de supertreinamento (overtraining), já a manutenção de cargas de trabalho sempre fracas não proporcionará os benefícios que desejamos, caracterizando uma estagnação do treinamento.

Assim sendo, devemos variar os estímulos de forma que haja um estímulo, uma adaptação ao estímulo e conseqüente recuperação para podermos dar um novo estimulo, isto para não gerar fadiga por estímulos fortes consecutivos.

Princípios do Treinamento Desportivo



Todo o trabalho desenvolvido na periodização do treinamento deve encontrar-se enquadrado nos Princípios do treinamento desportivo. Sendo assim, o valor dessa periodização assume dois papéis de grande relevância: organização de todos os estímulos de forma apropriada, em consonância com todos os objetivos previamente determinados; e proporcionar a otimização da performance através de um equilíbrio entre os esforços de treinamento e o tempo de recuperação necessário para o restabelecimento das reservas orgânicas.

O respeito a esses princípios, proporcionará o desenvolvimento de um treinamento seguro, rápido (não confundir com rapidez, aceleração do processo; é o “tempo”, correto do treinamento), e eficiente.

1.Princípio da Individualidade biológica



Onde se baseia o principio das diferenças individuais, ou seja, somos resultado da associação do genótipo - nossa carga genética, adquirida de nossos ancestrais, principalmente dos pais - com o fenótipo - as influências que o meio-ambiente exerce sobre nós.

Segundo nelson (1985), “pode-se dizer que os potenciais são determinados geneticamente, e as capacidades ou habilidades expressas são decorrentes do fenótipo”. Assim, respeitando este principio estaremos respeitando as possíveis limitações oferecidas por esse indivíduo oportunizando uma melhor adaptação sua à esse tipo de atividade.

Segundo nelson (1985,24), o princípio da adaptação no treinamento tem por objetivo “quebrar”, através de stresses físicos, a homeostase do organismo (estado de equilíbrio instável mantido entre os sistemas constitutivos do organismo vivo, e o existente entre este e o meio ambiente), desencadeando um processo denominado de Síndrome de Adaptação Geral (SAG). Os agentes estressantes (esforços físicos) desencadeiam a SAG em três etapas: fase de excitação, fase de resistência (que provoca adaptações ao organismo), e fase de exaustão (que provoca danos ao organismo). A periodização tem por objetivo desencadear essa SAG até a sua segunda etapa, evitando os processos de “over training”, ou seja, os excessos do treinamento.



































ESTÍMULOS FASES DO SAG REAÇÕES DO ORGANISMO
Fracos Não há resposta Não provocam alterações
Médios Excitação Apenas excitam
Fortes Adaptação Provocam adaptações
Muito Fortes Exaustão Provocam danos


(intensidade dos estímulos e suas respectivas conseqüências, segundo nelson 1984 e Dantas 1985).

2.Princípio da sobrecarga



Também conhecido como o principio da elevação progressiva da carga. Este princípio relaciona-se às adaptações sofridas pelo organismo em conseqüência aos estímulos de treinamento (esforço físico). O aumento regular e progressivo da carga (total) de trabalho é que possibilitará a almejada melhoria de rendimento. Observa-se que essa reação do organismo é muito rápida inicialmente, tornando-se mais lenta à medida que o indivíduo atinge níveis de performance cada vez maiores e melhores.

Este princípio encontra-se diretamente relacionado não só às intensidades dos estímulos de treinamento como também, e principalmente, ao tempo de recuperação orgânica conseqüente à essas próprias intensidades de treinamento. Assim sendo, a aplicação de uma nova carga de trabalho dependerá da intensidade da carga anterior; do período de recuperação (anabolismo); e do período de restauração ampliada (ou super-compensação). O período de recuperação somado ao período de super-compensação produzem um efeito de assimilação compensatória, ou seja, o período no qual ocorrerá o “superávit energético” (Gomes/ Araújo 1992) visando a obtenção de um nível de capacidade física cada vez maior e melhor.

Dosar bem todo esse processo é fundamental, pois um período de recuperação demasiadamente longo não levará a modificações da performance, já um período de recuperação insuficiente fatalmente levará a um estado de strain (Carlyle 1967, por Tubino 1984) ou supertreinamento (Weineck 1989), evidenciando conseqüentemente sintomas de exaustão. Segundo Dantas (1985) “o processo de exaustão possui um caráter progressivo e exponencial”.

Sobre o tempo médio desse intervalo de recuperação, que inclui uma perfeita interação ente o sono (descanso) e a nutrição (alimentação), Matveíev (1981 por Gomes/ Araújo Filho 1992) preconiza um intervalo médio de 48 horas para estímulos de treinamento com altas intensidades.

Todavia, o principio da sobrecarga não se restringe somente aos intervalos dos tempos de recuperação, abrangendo também outros aspectos, tais como o volume de treinamento; a intensidade do treinamento; e ambos, tanto o volume quanto a intensidade do treinamento. Enquanto o volume traduz o somatório, a quantidade total da carga de treinamento, a intensidade denota a qualidade do treinamento, o tipo específico de carga que o individuo encontra-se submetido.

3.Princípio da continuidade



O treinamento baseia-se na aplicação de cargas crescentes, progressivamente assimiladas pelo organismo. O fator que não só proporciona como também, e principalmente, assegura essa melhora de rendimento é a continuidade do processo de treinamento, caracterizado pela alternância entre os stress crescentes (esforços físicos) e o período proporcional de recuperação.

As contusões, as faltas freqüentes e os períodos muitos longos de recuperação, segundo nelson(1985), são as principais causas que atuam negativamente sobre o processo de treinamento (nelson santos 1992). Desta forma não só deixamos de ganhar como também corremos o risco de perder performance.

4.Princípio da interdependência volume-intensidade



Este princípio aborda os diferentes tipos de sobrecargas, ou seja, quando há um aumento no volume de treino ou quando o aumento se dá na intensidade o treinamento.

nelson (1984) cita que os estudos de  (1970) constataram que os êxitos de treinamento estão sempre referenciados a uma grande quantidade (volume) e uma alta qualificação (intensidade) no trabalho, e que a predominância de uma dessas variáveis em relação a outra dependerá diretamente da fase de treinamento desenvolvida, seguindo ainda uma orientação de interdependência entre si. “Isto quer dizer que, dependendo de uma série de fatores e variáveis intervenientes, qualquer ação de incremento do volume provocará modificações na estimulação da intensidade, sendo que a recíproca será sempre verdadeira”.

Na periodização de um treinamento, a ênfase no volume (quantidade) da carga de trabalho desempenha uma função de base para aquisição de futuros resultados, por outro lado, o incremento na intensidade (qualidade) assume como propósito alcançar o “peak” (ápice do condicionamento físico).

5.Princípio da especificidade



Este princípio, como a própria terminologia propõe, baseia-se nas particularidades, nas características específicas da atividade. Assim, todo o treinamento deve ser direcionado em função dos requisitos específicos da própria atividade escolhida, levando-se em consideração principalmente às qualidades físicas, o sistema energético predominante e a coordenação motora exigida (técnicas específicas).


 Exercícios na Saúde e na Doença – Avaliação e Prescrição para Prevenção e Reabilitação. são paulo
 

nelson santos

 especialista em corrida de rua trabalhos de condicionamento fisico para 3 idade

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SÃO PAULO BRASIL. Tel.: 11 993662013 |bapocalipse@yahoo
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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

DORT ( FACEBOOK NELSON SANTOS SANTOS )



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EXERCICIOS QUE PODEM AJUDAR NO SEU PROBLEMA

= ALONGAMENTOS
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PROFESSOR NELSON SANTOS PERSONA TRAINER
EMAIL : nelson_enfermagem@hotmail.com
b.apocalipse@yahoo.com.br



















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DORT ou LER - Lesões causadas por esforços repetitivos
ou traumas no sistema músculo-esquelético."
Está síndorme é relatada desde 1700 quando Ramazzini - o pai da medicina do trabalho - a descreve como "doença dos escribas e notórios". Mais tarde aparece como "doença das tecelãs" (1920) ou "doença das lavadeiras" (1965). O problema se amplia a partir de 1980, quando a doença - que atinge várias profissões que envolvem movimentos repetitivos ou grande imobilização postural - torna-se um fenômeno mundial, devido a grande evolução do trabalho humano e o aumento do ritmo na vida diária.
Hoje, a síndrome que é mais associada ao trabalho informatizado, já representa quase 70% do conjunto das doenças profissinais registradas no Brasil. A prevenção foi e continua sendo a melhor forma de combate a este tipo de patologia. A adoção de posturas e ritmos de trabalho mais adequados (com a adoção de pausas ao longo da jornada de trabalho) são fundamentais.
Quando existe uma suspeita de lesão, o acompanhamento de um profissional torna-se primordial para a correta avaliação e tratamento do funcionário.
Algumas das patologias mais frequentemente associdas ao trabalho informatizado são:
tendinite.gif (17561 bytes)Tendinite - Inflamação aguda ou crônica dos tendões. Se manifestam com mais frequência nos músculos flexores dos dedos, e geralmente são provocados por dois fatores; movimentação frequente, e período de repouso insuficiente.
Manifesta-se principalmente através de dor na região que é agravada por movimentos voluntários. Associados à dor, manifestam-se também edema e crepitação na região.
Tenossinovite - Inflamação aguda ou crônica das bainhas dos tendões. Assim como a tendinite os dois principais fatores causadores da lesão são; movimentação frequente, e período de repouso insuficiente.
Manifesta-se principalmente através de dor na região que é agravada por movimentos voluntários. Associados à dor, manifestam-se também edema e crepitação na região.
quervin.gif (13846 bytes)Síndrome de DeQuervain - Constricção dolorosa da bainha comum dos tendões do longo abdutor do polegar e do extensor curto do polegar. Estes dois tendões têm uma característica anatômica interessante: correm dentro da mesm bainha; quando friccionados, costumam se inflamar. O principal sintoma é a dor muito forte, no dorso do polegar.
Um dos principais fatores causadores deste tipo de lesão está no ato de fazer força torcendo o punho.

carpo.gif (24077 bytes)Síndrome do Túnel do Carpo - Compressão do nervo mediano no túnel do carpo.

As causas mais comuns deste tipo de lesão são a exigência de flexão do punho, a extensão do punho e a tenossinovite a nível do tendão dos flexores - neste caso, os tendões inflamados levam a uma compressão crônica e intermitente da estrutura mais sensível do conjunto que compõe o túnel do carpo: o nervo mediano.
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