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reabilitação terceira idade
sábado, 10 de novembro de 2012
VANTAGNES DA ATIVIDADE FISICA E SUA SAÚDE
SAUDE EM PLENA FORMA
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terça-feira, 6 de novembro de 2012
EXERCICIOS FISICOS É VIDA PRATIQUE
Exercícios para evitar LER/DORT
ATENÇÃO
- Execute os alongamentos mantendo uma regularidade, no mínimo três vezes ao dia, antes e depois do expediente;- Permaneça na postura de alongamento de 20seg. a 30seg. evitando balanceios que podem estimular o reflexo de contração ao invés o de alongamento;- Direcione os alongamentos para a sua necessidade, para as regiões mais tensas de seu corpo;- Respire calmamente e regularmente durante os exercícios;- Exercite-se de forma a não sentir dor. Exercícios podem ser realizados sentado
PESCOÇOFaça movimentos com a cabeça como o sinal de “sim” e “não”. Gire a cabeça lentamente e alternadamente. Mantenha os ombros bem relaxados. Obs.: Evite movimentar a cabeça para trás, pois pode provocar compressão dos nervos.
Incline cabeça para o lado direito com a ajuda da mão direita e depois para o lado esquerdo com a ajuda da mão esquerda. Mantenha em cada posição por 20 segundos. Repita 3 vezes cada lado.
TRONCOS e COSTAS
Assentado ou de pé, passe um braço sobre a cabeça segurando o punho com a outra mão. Incline lateralmente alongando a parte lateral do tronco. Mantenha por 20 segundos. Repita 3 vezes cada lado.
Sentado em uma cadeira, pernas um pouco afastadas, tente fazer uma rotação de tronco até que você consiga olhar para trás. Faça esse movimento para a esquerda e para a direita. Mantenha essa posição 20 segundos cada lado. Repita 3 vezes.
Sentado, incline o corpo para frente tentando encostar as mãos no chão deixando a cabeça e o tronco sobre as coxas. Respeite o seu limite, desça até onde seu corpo permitir. Permaneça por 20 segundos nessa posição. Levante lentamente elevando suavemente a cabeça até a posição inicial.
ANTEBRAÇO – MÃOS – DEDOS
Com os ombros relaxados, estique um braços mantendo-o elevado ligeiramente abaixo do nível do ombro, com a palma da mão voltada para fora como se estivesse fazendo o sinal de ”pare” .Puxe esta mão com a outra em direção ao seu corpo. Mantenha nessa posição por 20 segundos.Alterne o movimento com o punho dobrado a palma da mão para dentro e dedos para baixo. Faça estes exercícios nos dois braços. Repita 3 vezes cada lado.
Gire o punho no sentido horário e anti-horário, os dedos devem estar relaxados.
Una as palmas das mãos na altura do peito estendendo o punho. Faça esse exercício abaixando as mãos e separando as palmas sem separar os dedos.
Entrelace os dedos e faça movimentos ondulatórios com eles e com os. Posteriormente, rode os polegares no sentido horário e anti-horário. A seguir, estenda os dedos de cada mão alternadamente. Faça 3 vezes cada movimento.
Exercícios a serem realizados em pé
OMBROSEm pé ou assentado, inspire fundo elevando os ombros como se quisesse encostá-los nas suas orelhas e expire soltando-os sobre o corpo. Repita três vezes cada sentido.Faça movimentos rotatórios no sentido frente-trás e depois trás-frente. Repita 3 vezes cada sentido.
BRAÇOS
Direcione o cotovelo atrás da sua cabeça no sentido do ombro oposto e conduza-o para baixo com a mão oposta. Mantenha essa posição por 20 segundos. Repita 3 vezes cada braço.
Com os braços atrás do seu corpo, entrelace os dedos, mantendo os braços esticados e os ombros relaxados. A cabeça e o tronco devem ficar retos. Afaste os braços do seu corpo, dentro do seu limite e mantenha nessa posição por 20 segundos. Repita 3 vezes.
Estique os braços para cima e entrelace novamente os dedos .As palmas das mãos devem estar viradas para o alto. Mantenha nessa posição por 20 segundos.
MEMBROS INFERIORES
Dobre o joelho segurando o pé com a outra mão e puxe o calcanhar na direção das nádegas. Faça isso com cada perna, 3 vezes cada uma. Mantenha essa posição por 20 segundos.
Coloque uma das pernas sobre um apoio que não seja muito alto. Estenda essa perna mantendo o pé reto com os dedos virados para cima. Incline o tronco para frente, mantendo as costas retas. Permaneça nessa posição por 20 segundos. Faça depois com a outra perna. Repita 3 vezes cada uma.
Incline o tronco para frente apoiando as duas mãos à parede ou uma mesa. Dobre uma perna e estique a outra para trás de modo que o calcanhar não saia do chão. Projete o corpo para frente até que sinta alongar a perna esticada. Mantenha essa posição por 20 segundos e faça o mesmo com a outra perna. Repita 3 vezes com cada uma.
Com a mãos apoiadas sobre uma mesa, estique os braços descendo o tronco e mantendo as costas bem retas. As pernas devem permanecer esticadas e os pés paralelos, afastados na largura do quadril. Mantenha essa posição por 20 segundos. Repita 3 vezes.
"Sempre que puder, relaxe, respire fundo e espreguice bem"
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
SAÚDE PERSEVERANÇA MOTIVAÇÃO
FORÇA TOTAL
Na semana passada começamos a falar sobre as adaptações cardiovasculares durante o exercício e hoje vamos continuar a conhecer os termos ligados ao assunto.
DC – Débito Cardíaco - É a quantidade sangue lançada na circulação em um minuto medida em ml. Esse valor depende diretamente da Freqüência Cardíaca e da força e tamanho da câmara cardíaca principalmente o ventrículo esquerdo adaptado fisiologicamente em resposta à atividade física.
DC máx. – Débito Cardíaco Máximo – É o volume “máximo” de sangue lançado nas artérias em 1 minuto, diferente do valor anterior que pode ser medido em determinada intensidade de exercício qualquer não sendo necessariamente o máximo.
PAS – Pressão Arterial Sistólica – É a força ou pressão exercida pelo sangue contra as artérias no momento da contração do ventrículo esquerdo ao ejetar o sangue arterial expressa em milímetros de mercúrio mmHg. Na leitura 1200 mmHg x 800 mmHg, (12 x 8) na linguagem popular represemta o número maior (12).
PAD – Pressão Arterial Diastólica – É o valor mais baixo da leitura representando a menor força exercida contra as artérias no momento de esvaziamento máximo do ventrículo esquerdo, no exemplo acima o .
VEj. Volume de ejeção Ventricular – É o volume de sangue lançado cada contração do ventrículo e isso depende de alguns fatores tais como: volume de sangue existente nos ventrículos no final da diástole (VDF), a pressão aórtica média e a força da contração muscular.
A principal variável que influencia a VDF é o aumento do retorno venoso que aumenta o volume de ejeção. Essa relação de aumento da força da contração ventricular de acordo com o aumento do VDF ficou conhecida por Lei do coração de Frank-Starling, fisiologistas descobridores desse fenômeno. Esse mecanismo funciona enquanto o exercício for dinâmico. Durante as contrações sustentadas (estáticas), a bomba muscular não pode operar e o retorno venoso é reduzido.
A bomba respiratória também funciona através do padrão rítmico. Durante a inspiração, a pressão intratorácica diminui e a pressão abdominal aumenta. Isso cria um fluxo de sangue venoso da região abdominal para a região torácica com o conseqüente aumento do retorno venoso.
Uma outra variável que afeta o volume de ejeção é a pressão aórtica. Para ejetar o sangue, a pressão gerada pelo ventrículo esquerdo deve ser superior à pressão aórtica sendo o fator final que influencia o volume de ejeção é o efeito da adrenalina / noradrenalina circulante e da estimulação simpática do coração pelos nervos aceleradores cardíacos. Ambos os mecanismos aumentam a contratilidade cardíaca aumentando a quantidade de cálcio disponível para a célula cardíaca
Não resta dúvida que o coração de atletas das modalidades aeróbias tais como corredores de fundo, ciclistas de estrada e esquiadores, principalmente com muitos anos de treinamento, são os que apresentam maior volume cardíaco. Enquanto no sedentário esse volume não passa de 700 ml, no atleta de resistência pode chegar a mais de 1000 ml. Os atletas, de componentes anaeróbios, Segundo o Dr. Osmar de Oliveira, pode estar em torno de 700 / 800 ml. O maior coração já registrado na literatura médica, citado por Holmann é de um ciclista belga, Rick Van Steenbergn com um volume de 1700 ml. Poucos anos de treinamento, a hipertrofia cardíaca volta ao normal tão logo haja uma parada, mesmo que temporária no treinamento.
As diferenças nas estruturas também ocorrem em função do tipo e ou modalidade de treinamento. Os atletas de modalidades aeróbias têm maior volume e menos peso da massa muscular cardíaca, ao contrário das atividades anaeróbias. Por exemplo: nadadores podem ter volume ventricular de 181 ml e massa de 308g e lutadores volume ventricular de 110 ml e massa 330g.
Para que o sistema cardiovascular apresente um mínimo de adaptações, também é preciso que exista atividade com um mínimo de intensidade e duração. Programas produzindo pouca ou nenhuma resposta são: 1) Intensidade menores que 60% da FCMáx. - Não adianta ficar andando devarzinho o dia todo. 2) Duração menor que 15 minutos. Quem não faz nada, 15 minutos é melhor... e só. Depois não evolui e a diferença para o sedentário é pequena. 3) Exercitar-se menos de duas vezes por semana e nada é quase a mesma coisa.
Existe diferença entre Condicionamento Físico e Treinamento Físico. Sobre isso a gente conversa na próxima semana, combinado?
Para Refletir: O competente também tem suas falhas. A diferença é que ele as aproveita como aprendizado.
Sobre a Ética – O profissional de Educação Física tem compromisso com o direito fundamental de todas as pessoas à prática da atividade física. Ninguém nos obriga a escolher essa profissão.
FALE COM A GENTE - Se você tem alguma dúvida sobre exercício físico, mande a sua mensagem para o meu correio eletrônico ou para o editor deste site. Juntos vamos aprender um pouco mais.
NELSON SANTOS CREF OO7391-SP
E-mail: NELSON_ENFERMAGEM@HOTMAIL.COM
E-mail: apocalipse@yahoo.com.br
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QUALIDADE DE VIDA
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ESTAMOS NESSA LUTA JUNTOS CONTRA O SEDENTÁRISMO
FALTA DE PERSPECTIVA
MOTIVAÇÃO , PARA ISTO ESTAMOS AQUI PARA AJUDALO

EMAIL : nelson_enfermagem@hotmail.com
fone : 993662013
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quinta-feira, 1 de novembro de 2012
TREINOS ESPECÍFICOS ( TREINE DE MANEIRA CORRETA )
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COMECE ENQUANTO Á TEMPO ( BOA )
Melhore a sua
flexibilidade
Só correr não chega ! É esta a frase que a maioria dos praticantes de corrida se esquece tantas vezes.
Com o aumento do volume de treino e da idade, o corpo perde elasticidade, os músculos ficam rijos e, ao perder qualidades, fica mais exposto a lesões e a dores musculares.
Os exercícios que vou sugerir são fáceis de realizar e compreendem duas fases distintas: a contracção e a descontracção, simbolizadas, em cada um deles com as letras A e B.
Trata-se de uma base essencial para o equilíbrio de qualquer corredor e para a sua própria segurança física.
Importa ainda ter em atenção que tanto a fase de contracção como a de descontracção vão demorar cerca de 20 segundos, devendo o atleta aplicar movimentos lentos, progressivos e sem esforçar os músculos directamente solicitados para evitar possíveis micro lesões.
1
A) Apoiar com uma força igual o peito do pé num banco, de forma a contrair os músculos anteriores da coxa.
B) Deixar relaxar a coxa puxando o pé com a mão, conforme o esquema anexo, tendo o cuidado de executar tudo progressivamente e procurando manter o corpo o mais direito possível.
2
A) Nesta posição, descer lentamente o tronco, procurando fixar a cabeça, o tronco e as coxas num plano rígido. Terminar esta descida antes de qualquer sensação dolorosa nas coxas.
B) Relaxar a contracção, apoiando as mãos no solo e, depois, puxar o ventre para cima sem afastar os joelhos.
3
A) Puxar o calcanhar para o solo, tentando manter rígida a face posterior da coxa.
B) Depois de um relaxamento de alguns segundos, inclinar-se para a frente com o busto direito, para alongar este mesmo grupo muscular.
4
A) Tocar ligeiramente os joelhos e contrair os músculos da face posterior das coxas.
B) Relaxar e deixar descer o tronco para o solo, procurando manter as pernas bem esticadas, sem forçar, utilizando apenas o peso do corpo.
5
A) Inicialmente, tentar colocar a totalidade do corpo no solo, evitando ficar com qualquer curva na zona dos rins. Resistindo com as mãos, puxar os joelhos para baixo com muita força.
B) Relaxar totalmente e tentar, sem forçar muito, pôr os joelhos ao plano dos olhos, elevando a cabeça. Não se deve sentir qualquer dor, pois é um exercício a executar com suavidade.
6
A) Na mesma sequência geral do movimento anterior, puxar os joelhos para baixo, resistindo com as mãos, e mantendo o corpo direito.
B) Relaxar a coxa, puxando o joelho para cima com o auxílio das mãos, sem elevar a cabeça.
7
A) Conservando o tronco bem direito, tente elevar a perna conforme o desenho, de forma a alongar as grandes massas musculares da coxa.
B) Relaxar e puxar a perna para o peito sem provocar dor. O objectivo é descontrair.
8
A) Com o antebraço entre os dois joelhos, a servir de resistência, pressionar os joelhos para o interior com a maior força possível, conforme mostra a figura.
B) Para relaxar, afastar os joelhos com as mãos mantendo o tronco direito.
9
A) Colocado de costas, como o desenho exemplifica, elevar as pernas e fazer força com os joelhos para o interior, tendo o cuidado de colocar os punhos entre eles para servir de ponto de pressão.
B) Deixar afastar as pernas com facilidade e o mais simetricamente possível para evitar qualquer basculação do corpo. Tentar sentir-se descontraído. Esta é uma posição muito relaxante para o corredor, sendo aconselhável a sua utilização no final dos treinos.
10
A) Com os pés afastados cerca de 1 metro, o tronco ligeiramente inclinado e as mãos apoiadas nos joelhos, tentar fazer o máximo de força com a perna traseira contra o solo.
B) Para descontrair, alongar a perna, puxando a bacia para frente e tentando colocar, com suavidade, a perna posterior o mais próximo possível do solo.
11
A) Com o corpo bem direito e colocado num lugar semelhante ao do desenho, tentar ficar em equilíbrio na ponta dos pés até sentir a contracção dos gémeos.
B) Deixar baixar o corpo lentamente até atingir a posição de flexão máxima ( sem dor ), colocando os calcanhares o mais baixo possível.
12
A) Encostado contra um muro e de acordo com a posição indicada no desenho, fazer força com a perna traseira contra o solo.
B) Descontrair tudo, com os joelhos flectidos, descer a bacia para o solo, para permitir uma maior flexão da perna traseira ( o alongamento faz-se sentir no tendão de Aquiles. ) Quanto mais flexibilidade existir nos músculos dos gémeos, maior facilidade terá em colocar as mãos mais abaixo do muro.
13
A) Sentado, com a perna cruzada, conforme mostra a figura, resistir, com a mão, à força que o pé tentará fazer para cima.
B) Com o pé totalmente descontraído, alongar tudo para trás com a ajuda da mão.
14
A) Este exercício decorre na mesma posição do anterior. A mão tentará impedir que o pé a leve para baixo.
B) Pé totalmente descontraído, alongá-lo com a mão para cima.
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